Criar o Futuro

TEIXEIRA, R.I.

O dia 31 de outubro de 2011 foi marcado pela celebração e pelo alerta. Naquele dia, nascia, em algum ponto impreciso, o bebe que se transformaria no sétimo bilionésimo ser humano vivendo sobre a Terra. A explosão demográfica das ultimas décadas é fruto de avanço extraordinários. Nunca na historia vivemos por tanto tempo nem tão bem. A tecnologia dilatou existências e encurtou distancias. A ciência nos fez mais fortes. O bebe de numero 7 bilhões é a prova de nossa vitoria como espécie. Mas seu nascimento é também um sinal poderoso do que enfrentaremos a necessidade de adaptação. É fácil ver que a conta já não fecha. Em 2050 (menos de quatro décadas a frente) seremos 9 bilhoes de pessoas habitando um planeta incapaz de expandir sua oferta de recursos na mesma velocidade do aumento de nossa demanda.

Não há aqui histeria ou catastrofismo, mas sim urgência, em relação ao futuro. As coisas não se transformarão de um dia para o outro, mas quando mudar, será irreversível. E a humanidade já deu provas de seu grande poder de adaptação as mudanças, encontrando brechas em meio as crises, fazendo diferente, mudando padrões de comportamento. Estamos em meio a um processo, e não diante de um despenhadeiro. O mundo dos 7 bilhões exige inovação, desperta ansiedade, destrói zonas de conforto. Trata-se de um cenário que pode ser visto como ameaça ou como incentivo, e particularmente prefiro o segundo.

Não sejamos ingênuos: o caminho para os que decidem fazer diferença é cheio de riscos. Nem tudo dará certo em meio a esse cenário de ruptura. Mas cada dia parece ficar mais evidente que a paralisia e a negação da nova realidade são escolhas ainda mais perigosas. Então, mesmo diante dos enormes risco de navegar nesse ambiente novo, aventure-se.

Adaptado de Guia Exame Sustentabilidade 

“Revolução Verde” Já!


Parafraseando Giddens em seu livro… Este um texto fala de Pesadelos, Catástrofes… e sonhos.

As crises financeiras (a de 2009, a que esta no auge de acontecer novamente e as passadas), energéticas e o aquecimento global estão interligados, retroalimentando-se, e não podem ter soluções isoladas.

É hora de não só pensar no petróleo e no gás.

Para sair das tempestades financeiras e climáticas, também precisamos incentivar os planos, o programas para a “Revolução Verde”, fugindo das ações da tripla armadilha.

E não há como resolve-lo isoladamente. Não muito longe, chegaremos a ser 9 bilhões, impactante seriamente no suprimento de bens e em seu consumo. Aumentará ainda mais a demanda por energia, hoje provenientes de fontes esgotáveis. Negligenciar esse megaproblema só trará turbulências para a humanidade.

Não devemos vergar à filosofia de que “é excessivamente elevado o custo para desenvolver novas energias e tentar dissipar o aquecimento global”.

Na verdade, não vivemos uma crise qualquer. Estamos em meio de duas eras e procurar soluções nos parâmetros tradicionais pouco valerá.

Assim como a grande crise de 29 impulsionou a segunda revolução industrial, as crises atuais devem lançar a revolução verde.

Um bom exemplo de como a energia verde funciona na Europa, mais precisamente na Alemanha. O pais vem diminuindo sua dependência do chamado “ouro negro”. Metade da energia solar do globo é produzida lá. As autoridades não estão temerosas em relação a  crises, ao contrario, investem em métodos para evita-lá e em desenvolvimento de tecnologias limpas. Um grande exemplo desse investimento é a aeronave que emprega hidrogênio, batizada de Antares, e que segundo seus construtores “é o início do uso do hidrogênio na aviação civil” e que assim seja.

Mas temos um problema maior. O valor do petróleo é função do estagio econômico no mundo.  A previsão é para o preço do barril em 2030 é de US$ 200,00. com tal valor, não há como o mundo funcionar. Ele repercute em todos bens de consumo: comida, roupas, papel, automóveis, fármacos, cosméticos, solventes, matérias primas, enfim, todo os produtos que o homem utilizar tem seu valor pressionado pelo preço do petróleo.

Já é necessário adotar a “estratégia dos dois trilhos”. Por um lado diminuir o desperdício dos combustíveis fósseis e seus respectivos danos ambientais e simultaneamente, deve haver pesados investimentos públicos e privados na produção de combustíveis renováveis, do hidrogênio, em construções verdes e em redes de distribuição de energia inteligente. E essa transição durará décadas…. Se começar agora.

E como ampliar as energias renováveis? Do país mais pobre ao mais rico, há abundância de energia; o vento sopra, o sol brilha, o calor está a nossos pés, afinal, o planeta ferve, muito lixo para ser queimado, ondas marítimas e muitas outras.

Claro que há soluções, e muitas. Porém há desafios também. A matriz atual não suportaria mais de 20% de energia renovável, pois ela não é constante e destruiria as linhas. Atualmente armazenamos energia solar em lítio. Mas iremos abandonar o petróleo e abraçar o lítio, raro e caro? O petróleo trouxe centrais de energia, mas para a nova era precisaremos de uma rede de energia, com todos os pontos sendo consumidores e produtores. Precisamos de tecnologia!

E chamo a todos para esse vínculo entre a luta pela defesa do clima e da inovação tecnológica. Pois afinal é conosco, jovens cientistas me arrisco dizer, que essa Revolução começará, a única revolução que pode salvar o único planeta no cosmos que conhecemos que é capaz de sustentar vida, salvar o nosso planeta, e salvar a nós mesmos.

Muito além da Lógica

Por TEIXEIRA, R.I.

 

As pessoas que não trabalham em ciências geralmente têm a ideia de que a ciência é um cmapo intensamente lógico. elas imaginam químicos com jalecos brancos movendo-se logicamente de hipóteses para experimentos, e daí pra leis e teorias, sem demonstrar emoções humanas ou fraqueza. Esse quadro, embora muito bonito, neh Márcio, é um simplificação –  e está completamente errado!

Frequentemente, os resultados científicos e sua compreensão surgem acidentalmente. Para transformar um acidente em resultados úteis e excitantes, são necessários muita criatividade de discernimento. A descoberta da droga anticãncer, cisplatina, por Rosenberg, em 1965, ou da penicilina, por Fleming em 1928, são ótimos exemplos desses acidentes.

Um material muito conehcido – o Teflon – foi descoberrto devido a uam conbinação de serendipidadee curiosidade. Em 1938, o Dr. Roy Plunkett era um jovem cientista que trabalhava em um laboratório da DuPont na área de gases refrigerantescontendo fluor. Num dos experimentos, Plunkett e seus assistentes abriram um cilindro de tetrafluoroetileno. O cilindro continah 1Kg, de gás, mas apenas 990g sairam dele. O que ocorreu com os 10g? Plunkett se perguntou. Sendo a curiosidade é a marca de um bom cientista, serraram o cilindro ao meio para olahrem o que havia acontecido. Uma substância branca com aspecto de ceramicaestava ali, recobrindo a parte interna do cilindro. Seguindo sua curiosidade, Plunkett testou o material e descobriu que ele apresentava propriedades extraordinárias. Era mais resiste que a areia! Ácidos e Bases fortes não o afetavam, nada era capaz de dissolvê-lo, e ele era resistente ao calor. Era, ao contrário da areia, um material escorregadio.

Se esse material não fosse tão caro, suas propriedades extraordinárias deveriam ter elvado a uma busca imediata por aplicações em produtos de consumo. Porém, o Teflon foi usado pela primeira vez no projeto Manhattan como selante no equipamento utilizado na separação do urânio. O projeto era de tal importância que o custo do amterial não era motivo de preocupação. O Teflon só começou a aparecer em produtos de consumo na decada de 1960, sim 30 anos depois. Atualmente, uma de suas aplicações mais importantes é na área de produtos de medicina. Por ser tratar de uma das poucas substâncias que o corpo não rejeita, ele pode ser usado nas juntas dos quadris e joelhos, válvulas cardíacas e em muitas outras partes do corpo.

O Porque da Química!!


Por TEIXEIRA, R.I.

Muitos me perguntam por que estudar química… Alguns que a química não serve pra nada… Outros até que os químicos são doidos… Ou ainda que química só faz mal… Ai vou eu pra mais um discurso monumental sobre como e onde a química se faz presente… E  não há nenhum aspecto da vida que a química não se manifeste… Surgimos da sopa química quântica, onde surgiram os primeiros aminoácidos que se juntaram e reproduziram… E a química vem ainda antes disso… com a fusão e fissão de núcleos na criação do universo.

Mas me perguntam: Por que você quer fazer Química? Isso é coisa de maluco! E eu com todo paciência fazer o discurso em prol da ciência central de tudo…

A química fornece explicações importantes sobre nosso mundo e como ele funciona. é uma ciência extremamente prática que tem grande impacto no cotidiano. A química encontra-se no centro de vários problemas que preocupam todos nós: melhoria do tratamento de saúde, conservação de recursos naturais, proteção do meio ambiente e suprimento de nossos alimentos, roupas e casas. Usando a química descobrimos medicamentos que melhoram e prorrogam a vida. aumentamos a produção de alimentos por meio de adubos e fertilizantes. Criamos plásticos e outros materiais que usados em todas as áreas.

infelizmente alguns produtos químicos apresentam grande potencial de causar dano à saúde e ao meio ambiente. Nosso maior interesse como cidadãos e consumidores é entender os profundos efeitos, tanto positivos como negativos, que os produtos químicos podem causar e chegar a um consenso sobre como e quando utilizar-los.

A química esta presente na biologia, engenharia, agronomia, geologia, direito e outra área qualquer. Mas por que tantos temas diferentes contêm um vínculo indispensável com a química? A resposta é que a química, devido a sua natureza, é o centro das ciências. Nossas interações com o mundo material levantam questões básicas sobre materiais ao nosso redor. Quais as suas composições e propriedades? Como eles interagem conosco e com o ambiente? como, por que e quanto eles sofrem mudanças? Essas questões são importantes que o material seja parte de chips de alta tecnologia, pigmentos usados em obras renascentistas ou o DNA que transmite informações genéticas. E é a química que fornece respostas pra essas incontáveis perguntas e é a ciência mais importante pra o seu, o meu, e o futuro de todos!

 

International Year of Chemistry

Por TEIXEIRA, R.I.
Adaptado de Revista Fapesp

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Li a matéria recentemente e resolvi reproduzir ela aqui.
Na minha opinião e Pesquisa Fapesp é uma das grandes iniciativas de divulgação científica no país. parabéns a Fapesp pela excelência de sua Revista..

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Química: nossa vida, nosso futuro

 

Os químicos deixaram de lado a habitual discrição para fazer de 2011 o Ano Internacional da Química. Lançado oficialmente em 27 de janeiro em Paris, com apoio da Unesco, o braço das Nações Unidas voltado à educação e ciência, e da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), o ano consiste de uma série de eventos a serem realizados em vários paí­ses, incluindo o Brasil. A programação prevê exposições itinerantes sobre o papel histórico e atual da química, lançamentos de livros e de materiais didáticos, encontros com expoentes da química brasileira e mundial e palestras organizadas em conjunto em diversas cidades como  São Paulo, com início previsto para abril, Rio de Janeiro, em Florianópolis, e em Teresina, que abrigará a Olimpíada Ibero-americana de Química.

Por meio dessas atividades, os químicos pretendem apresentar a química – normalmente ofuscada pelos grandes projetos internacionais da medicina e da física – como uma área de conhecimento essencial para a preservação da vida e para a continuidade de vários outros campos da pesquisa científica. Por estudar a composição e as características dos elementos que constituem a matéria conhecida – gás, líquido ou sólido –, a química como ciência central permeia a física, a biologia, a medicina e a engenharia. No dia a dia, o conhecimento sobre interações moleculares se traduz na forma de alimentos, bebidas, higiene, medicamentos, combustíveis, roupas e materiais usados em automóveis, aviões, celulares e computadores.

Um dos propósitos do Ano Internacional da Química é apresentar essas contribuições para o bem-estar das pessoas e, ao mesmo tempo, diluir os preconceitos negativos que cercam a química. “Muitas pessoas ainda dizem que alimentos sem química não fazem mal ou associam a química a guerras e destruições”, diz Vanderlan Bolzani, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Química e uma das organizadoras do Ano Internacional da Química no Brasil. “Mas não há nada no dia a dia que deixe de expressar o conhecimento acumulado pelos químicos ao longo de séculos.”

O ano é também uma homenagem ao centenário do segundo Prêmio Nobel recebido pela cientista de origem polonesa Marie Sklodowska Curie. Ela nasceu em uma família pobre na Polônia em 1867, viveu em Paris e se destacou em um ambiente acadêmico dominado pelos homens a ponto de ter sido a primeira mulher a receber um Nobel e a primeira pessoa a receber duas vezes o Nobel em áreas diferentes científicas. O primeiro, de Física, foi em 1903, ao lado de Pierre Curie e Antoine Henri Becquerel, pelos estudos pioneiros da radiação, identificada por Becquerel. O segundo, de Química, em 1911, pela descoberta de dois elementos químicos, o polônio e o rádio.

No Brasil, o Ano da Química representa novas possibilidades de aproximação entre os químicos que trabalham em universidades e institutos públicos de pesquisa com os químicos que trabalham no setor industrial, representados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), com quem Vanderlan e outros organizadores dos eventos deste ano no Brasil planejam atividades em conjunto para aumentar o interesse e o entusiasmo dos jovens pela química. “A indústria química brasileira, hoje um setor de grande vitalidade e importância econômica, demanda profissionais químicos cada vez mais bem formados”, diz ela. “Por essa razão, alguns cursos com currículos ainda distantes do mundo da indústria necessitam ser repensados. O profissional químico deve ser bastante eclético e familiarizado com outras áreas, como a biologia e a toxicologia, para avaliar os eventuais riscos dos produtos químicos à saúde humana ou ao ambiente.” Ela acredita que a SBQ, a Abiquim, a Associação Brasileira de Química (ABQ) e outras instituições ligadas a essa área “poderão auxiliar na construção de uma ciência que responda ao conteúdo da temática do Ano Internacional, Química: nossa vida, nosso futuro”.

Outro grupo que está ganhando mais atenção são os professores de química do ensino médio. Com apoio dos ministérios da Educação e da Ciencia e Tecnologia, a SBQ pretende imprimir e pôr em cada sala de aula a tabela periódica dos elementos químicos, um material básico, mas nem sempre à mão, para fazer da química algo mais atraente nas escolas. Não é a primeira vez que os professores universitários de química olham para os colegas do ensino médio. Desde 1995 a SBQ publica a Química nova na escola, revista trimestral com materiais de apoio às aulas de química. “As aulas de química do ensino médio, que podem formar novos cientistas para essa área, não têm de ser apenas abstratas, nem chatas”, assegura Vanderlan. “Precisamos de mais químicos, não só ousados, criativos e entusiasmados, mas também conscientes do papel deles como cidadãos, diante dos problemas sociais e ambientais que temos pela frente.”

As atividades nacionais podem ser acompanhadas pelo site da SBQ (www.quimica2011.org.br). A programação completa encontra-se no site do Ano Internacional da Química (www.chemistry2011.org).

Yes, We Can

Por TEIXEIRA, R.I.

Falar é o esboço mais forte do nosso real sentimento. Nada é mais intenso e verdadeiro do que fazer as cordas vocais tremularem o que você pensa. Mas às vezes não importa a quantidade de palavras e sim o conteúdo das mesmas…

As pessoas falam demais, especulam até sobre o que não conhecem, maldizem o que tem medo, humilham e negam o que é diferente da sua visão.

Se as pessoas parassem pra ouvir o que elas dizem, todos nós seriamos mais compreensíveis. Iríamos pensar fora da caixa e deixar esse preconceito de lado…

Escutei muita besteira neste sábado, e sinceramente, precisava de umas palavras com conteúdo…

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Yes, We Can

Barack Obama


Essa foi uma das crenças escritas nos documentos fundadores que declarou o destino de uma nação.

Sim nós podemos.

Isso foi sussurrado por escravos e abolicionistas quando proclamaram uma trilha em direção à liberdade.

Sim nós podemos.

Isso foi cantado por imigrantes, uma vez assolados as costas e diante das pioneiras empurradas ao oeste contra um não selvagem.

Sim nós podemos.

Essa foi a chamada de trabalhadores que se organizaram; das mulheres que chegaram para a votação; de um Presidente que escolheu a lua como nossa nova fronteira; e de um (Martin Luther) King que nos levou ao topo da montanha e apontou o caminho para a Terra Prometida.

Sim, nós podemos à justiça e igualdade.

Sim, nós podemos a oportunidade e prosperidade.

Sim, nós podemos curar esta nação.

Sim, nós podemos consertar este mundo.

Sim nós podemos.

Sabemos que a batalha a nossa frente será longa, mas sempre lembre que não importam quais os obstáculos estão em nosso caminho, nada pode ficar no caminho do poder de milhões de vozes pedindo por mudança.

Temos dito que não podemos fazer isto por um coro de cínicos… eles só vão crescer mais alto e mais dissontaes… Fomos solitados para uma pausa para a realidade. Fomos advertidos contra oferecer às pessoas da nossa nação falsas esperanças.

Mas na história improvável que é a América, nunca houve nada falso sobre esperança.

Agora, as esperanças da garotinha que vai para uma escola desmoronando em Dillon são as mesmas que os sonhos do menino que aprende nas ruas de LA (Los Angeles); nós lembrarmos que há algo acontecendo na América; que nós não somos tão dividios quanto sugere nossa política; que somos um povo; somos uma nação; e juntos, vamos começar o próximo grande capítulo na história americana com três palavras que vão tocar de costa à costa; a partir do mar ao mar cintilante:

Sim. Nós. Podemos.

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O post não tem muito a ver com o objetivo do blog, eu sei, mas depois de tanta asneira (preconceito, fanatismo, e idiotice mesmo) que eu ouvi ontem, eu precisava de algo mais inteligente.

Mas esse discurso, lindamente pronunciado pelo atual presidente dos EUA durante sua campanha, foi um dos mais inteligente que eu já ouvi  na vida.

Cada vai tirar algo dele

E… Sim, nós podemos mudar o mundo


Confissão de um Jovem Cientista

Por TEIXEIRA, R.I.

 

Bela noite, Bons Amigos, Bom Vinho, Boa Música e um Bom Show Pirotécnico… e o Ano Termina.

Conversas, Risadas, Jogos, Bebidas… e o primeiro dia de 2011 Amanhece.

Caminho pela casa. Pego uma caneca com café e sigo em direção a varanda pra ver o amanhecer do novo ano…

Surpresa!!!

A minha frente bailam sob a ação do vento gotículas de chuva iluminadas pelo sol tímido do amanhecer…  Ao fundo a refração e a reflexão  se fazem presentes sob a forma de um arco perfeito de sete cores. Ruas desertas. Aprecio a imagem por quase uma hora, sorridente. Uma imagem que permanecerá em minha mente eternamente. Um início de ano de particular beleza. Em início de ano Perfeito!

Perfeito… O início de ano perfeito para o ano em que resolvi mudar. Mudar de vida, de estilo, de prioridades. Um ano para mudar de cidade. Seguir oportunidades. Ser quem realmente quem eu sempre quis ser… Mas tinha medo de sair do casulo, do conforto, da certeza. Um ano de mudanças!

 

E… Confesso…

Em 19 anos de existência, nunca havia visto sentido na frase “Ano Novo. Vida Nova.”

Este ano, entretanto, ganhou significado.

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